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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Congresso Território do Brincar

 Nesta quarta-feira (05/08/2015) aconteceu um congresso para lançar o livro e filme do território do brincar em parceria com as escolas. Fruto de muitas pesquisas e conversas periódicas.
O território do brincar vem para dialogar com as escolas o brincar mais puro e sincero que existe. O brincar sem intervenção ou pudores. 
Este projeto em parceria com o instituto Alana viajou durante dois anos por diversas regiões do Brasil, buscando a diversidade de brincadeiras vivenciadas pelas crianças. 
O Território do Brincar faz uma ponte para olhar para a infância. Olhar profundamente para a criança e se inspirar. Olhar para o mundo e para nossa pratica. 
O Território do brincar buscou o brincar em sua essência, sem brinquedos prontos! É através de madeiras, tronquinhos, canos de PVC, tecidos, areia, potes, cordas, cones, caixas, colheres e panelas que se produz o brincar. Sem intervenções, observando e analisando o que pode ser ofertado para enriquecer a brincadeira e suas experiências.

O papel do professor diante deste conceito:
Contemplar o brincar.
Desestruturar e reorganizar os métodos de ensino.
Inspirar-se.
Conseguir escutar o corpo da criança ( o que ela fala, sem fala).
Deixar a criança ser criança!
Observar e ser neutro.
Mediador e não dono do saber.
Interação entre as idades.


À partir dessa chuva de ideias e conceitos, surge a dúvida como aplicar na minha sala?
É muito importante ter bem claro que brincar dirigido, não é brincar!
A partir do momento que você dirige a brincadeira tem um objetivo, um fundamento e uma finalização. O brincar nunca termina!
Podemos começar a inserir cantinhos com brinquedos não estruturados, e observá-los, logo você vai perceber que pode trazer outras coisas para enriquecer a brincadeira.
Como no brincar de casinha, tem no cantinho colheres, panelas, peneiras e outras coisas. Observando as vezes percebemos que falta um pouquinho de areia, terra, pedaços de papel ou grãos. Para possibilitar o brincar da maneira mais real possível.
Disponibilizando as caixas diversas formas de brincar podem ser criadas. Pode entrar, empilhar, criar castelos ou cidades, pintar, recortar e virar asas. Ai já entra o imaginário da criança. A forma de experimentar sem intervenções ou opiniões!
Com os brinquedos não estruturados exige da criança criatividade para brincar, criar e inventar uma nova brincadeira. Promovendo a criatividade, imaginação, discussão, construção e ensaios para colocar a brincadeira em prática. As vezes dá certo e as vezes não, é o que move a criança a querer pensar mais para executar seu projeto.
O encontro foi muito rico, contou com a participação da Renata Meireles, Ana Lúcia Vilela e as seis diretoras das escolas participantes.

Bjus 
E até a próxima!


quarta-feira, 11 de junho de 2014

E a Copa está ai!!!



Vai ter Copa sim!!!

Claro, quando os brasileiros se propõe a fazer algo, normalmente é feito. Principalmente para os de fora, os estrangeiros, já os proprios brasileiros morrem de fome, com falta de médicos, com uma educação que está pela hora da morte, com estradas que não valem o pedagio que nós pagamos.
Mas, vai ter Copa sim... Para promover o nosso País, para ficar os estádios novinhos em folha e que depois da Copa serão pouco utilizados. Por que com certeza não terá uma politica publica para promover o esporte. Com certeza não serão criadas novas escolinhas de futebol e continuaremos com as que já tem, que são mantidas pelos jogadores. Não acho errado, mas o lado social das escolinhas tambem deveriam fazer parte do governo.
Às vezes assumimos papéis que não são nossos... Por que?
Por que somos Brasileiros...
Por que temos empatia....
Por que nos sensibilizamos com os outros...
Por que choramos com quem nós nem conhecemos....
Por que somos humanos...

Acho que nessa próxima eleição devemos fazer valer nossa indignação....

E votar consciente...
 
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